sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

POR DENTRO DO ASSUNTO...O SABATH DE LUGHNASADH


O SABATH DE LUGHNASADH – LAMMAS
Lughnasadh é também conhecido como Lammas ou Festival da Primeira Colheita. Dia sagrado no paganismo, tendo origem principalmente Celta. Celebrado no dia 1 de Fevereiro no hemisfério Sul e no dia 1º de Agosto no hemisfério Norte.
·         Lughnasad= pronuncia-se Lunasá.
·         Lammas= pronuncia-se Lamas.

Esse sabá, que ocorre entre o Solstício de Verão (Litha) e o Equinócio de Outono (Mabon), festa da primeira colheita, uma época de agradecimento aos Deuses por tudo o que colhemos. Agradece-se ao que foi bom e também ao que pareceu ruim, pois na religião  crê-se que tudo o que acontece na vida faz parte no caminho evolutivo de cada um.
O nome Lughnasadh veio duma festa agrícola típica dos Céltico. Uma festa da colheita em honra ao deus céltico do Sol: Lugh (o maior guerreiro dentre os celtas, pois derrotou os gigantes que exigiam sacrifícios humanos).
Já o nome Lammas significa "Missão do Pão (loaf Mass)", que representa o alimento (geralmente pão ou bolo ou qualquer outra massa) feito com os grãos, que representam a colheita, e repartido (como alimento sagrado) entre os membros do coven ou da família ou mesmo entre amigos. Este nome vem do costume medieval de levar os primeiros pães (bolos, etc) para uma celebração.
TRADIÇÕES
Além da tradicional "Massa de Lugh", nessa época são feitos bonecos de palha (de milho ou trigo) representando os Deuses, chamados de Senhor e Senhora do Milho. Esses bonecos são tidos como amuletos de proteção durante todo o ano, até o próximo Lammas, onde são queimadas na fogueira ou no caldeirão.
Na fogueira, os bonecos de milho do ano passado, juntamente com papéis contendo agradecimentos aos Deuses, são queimados; isso ocorre como uma maneira de lembrar que devemos queimar o passado e utilizá-lo como combustível para o nosso futuro.
As noites já começaram a ficar mais longas, desde o Solstício de Verão; aproximando-se a época da partida do Deus para a Terra do Verão, deixando a sua própria semente no ventre da Deusa, de onde renascerá (mantendo o eterno ciclo do nascer-morrer-renascer).


domingo, 1 de julho de 2012

POR DENTRO DO ASSUNTO...

ATLÂNTIDA

Atlântida (ou Atlantis) é uma lendária ilha – ou continente – cuja primeira menção conhecida é a do filósofo grego Platão, em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida”.

De acordo com Platão, Atlântida era uma potência naval, localizada ”na frente das Colunas de Hércules”, e que conquistou grande parte da Europa Ocidental e da África, 9.000 anos antes da era de Solon, ou seja, aproximadamente em 9.600 a.C.. Depois de uma tentativa fracassada de invadir Atenas, a Atlântida teria afundado no oceano “em um único dia e noite de infortúnio”. Os estudiosos ainda discutem se a história de Platão foi inspirada por antigas tradições. Alguns dizem que o filósofo criou a história mediante memórias de antigos acontecimentos, como a erupção de Thera (*) e a guerra de Troia, enquanto outros afirmam que ele se inspirou em eventos mais recentes, como a fracassada invasão ateniense da Sicília, em 415 a.C.–413 a.C.


(*) A erupção minoica de Thera, foi uma catastrófica erupção vulcânica que se estima ter ocorrido em meados do segundo milênio a.C. A erupção foi um dos maiores incidentes vulcânicos registrados na História da humanidade. O espantoso fenômeno devastou a Ilha de Thera (também conhecida como Santorini), incluindo o sítio minoico de Akrotiri, bem como as comunidades agrícolas e áreas em ilhas próximas e na costa da ilha de Creta. A erupção parece ter inspirado certos mitos gregos e pode ter tido repercussão no Egito. Além disso, tem-se especulado que a erupção minoica e a destruição da cidade de Akrotiri inspiraram a história platônica de Atlântida.

A existência de Atlântida foi razão de muitas polêmicas durante a Antiguidade Clássica; no entanto é rejeitada por autores atuais. Alan Cameron comenta que “só nos tempos modernos é que as pessoas começaram a levar a sério a história da Atlântida; ninguém o fez na Antiguidade”. Embora pouco conhecida na Idade Média, a história de Atlântida foi redescoberta pelos humanistas na Idade Moderna. As descrições de Platão serviram de tema para trabalhos de vários escritores da Renascença, como Francis Bacon em “Nova Atlântida”. O assunto ainda inspira a literatura – da ficção científica a gibis – e o cinema. Atlântida tornou-se referência para qualquer suposição sobre avançadas civilizações pré-históricas perdidas.

Na literatura

Segundo Platão, durante suas viagens pelo Egito, Solon conversou com um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo, e este teria lhe falado de antiquíssimas tradições ligadas a uma guerra entre atenienses e atlantes. Segundo esse sacerdote, o povo de Atlântida vivia numa ilha, além dos pilares de Heracles, onde terminava o Mar Mediterrâneo e começava o Oceano Atlântico . O homem teria contado que, quando os deuses helênicos partilharam a Terra, Atenas foi dada à deusa Atena e a Hefesto, enquanto Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares.
Poseidon e Clito
Nas montanhas do centro da ilha vivia uma jovem órfã de nome Clito. Conta a lenda que Poseidon teria se apaixonado pela moça e erguido muralhas de água e fossos em volta da morada da sua amada. Assim, Clito e Poseidon viveram por muitos anos e, desta relação, nasceram cinco pares de gêmeos. O mais velho chamou-se Atlas. Depois de dividir a ilha em dez áreas circulares, Poseidon concedeu supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde ele exercia o seu poder sobre o resto da ilha.
Em cada um dos anéis reinavam as monarquias de cada um dos descendentes dos filhos de Clito e Poseidon. Reuniam-se uma vez por ano, no centro da ilha, onde o palácio e o templo de Poseidon, com seus muros cobertos de ouro, brilhavam ao sol. A reunião marcava o início de um festival em que cada um dos monarcas caçava um touro. Uma vez caçado, beberiam o sangue do animal e comeriam sua carne, enquanto todos trocavam cumprimentos entre si.
Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza vegetal e mineral. Não era apenas magnificamente rica em depósitos de ouro, prata, cobre e ferro, mas também de oricalco, um metal que brilhava como fogo. Os reis de Atlântida construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior. Entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.
Pouco mais se sabe sobre a Atlântida. Segundo Platão, a ilha foi destruída por um desastre natural – possivelmente um terremoto ou maremoto – cerca de 9.000 anos antes da sua era. Roger Paranhos, em seu livro Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito, afirma Atlântida foi destruída por um cometa. Essa teoria pode ser confirmada pela hipótese do cometa Clóvis, segundo a qual uma explosão aérea ou um impacto de um ou mais objetos espaciais sobre a Terra, ocorrido entre 12.900 e 10.900 anos atrás, desencadeou uma era glacial e pode ter atingido e submergido o continente.
Diz-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo, acabando por ser dizimados pelos atenienses. Outra tradição chega-nos através de Diodoro da Sicília, segundo a qual os atlantes seriam vizinhos dos líbios e teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas, as mulheres guerreiras. Segundo ainda outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído do que os outros da época e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para a África, sendo os antigos egípcios seus descendentes.


Teoria extra-terrestre

Uma das mais polêmicas teorias sobre a Atlântida foi proposta, recentemente, pelo pesquisador e professor Ezra Floid. Partindo do desenho da cidade circular descrita por Platão, Floid propõe que Atlântida, na verdade, era uma gigantesca nave espacial, uma espécie de disco voador movido a hidrogênio e hidromagnetismo, com uma usina central de hidro-forças, chamada de Templo de Poseidon, um imenso OVNI descrito por muitas culturas como A Ilha Voadora (citada no livro Viagens de Gulliver, um romance do escritor irlandês Jonathan Swift.) e relacionada à Jerusalém Celestial descrita na Bíblia (Apocalipse 3, 12), à Purana Hindu que desce do céu e ao Disco Solar dos astecas, maias,incas e egípcios.


Sendo Atlântida uma missão colonizadora extraterrestre, ela teria estado em muitos pontos daTerra, pois se locomovia e se instalava em diferentes regiões. Este seria o motivo pelo qual a localização da ilha ora é imaginada no Mediterrâneo, ora na Indonésia, ora no Atlântico, nos Polos e nos Andes. Atlântida seria a mesma nave descrita na Epopeia de Gilgamesh, dos sumérios. Segundo esta teoria, Atlântida não teria submergido catastroficamente, mas sim intencionalmente, como parte do projeto colonizador que seu povo realizava na Terra. Depois de permanecer algum tempo no fundo do mar, como cidade submarina, o disco-voador atlante teria usado também a hidroenergia de emersão para lançar-se no espaço sideral, provocando, com o seu enorme volume e seu arranque, um gigantesco tsunami circular no oceano onde estaria oculta. Os sobreviventes deste tsunami, depois da tragédia, teriam julgado que Atlântida havia afundado. No entanto, os atlantes apenas teriam voltado para seu sistema natal.

Uma formulação moderna da história de Atlântida e dos atlantes foi feita por Helena Petrovna Blavatsky, a famosa e polêmica fundadora da Teosofia. No seu principal livro, A Doutrina Secreta, madame Blavatsky descreve, detalhadamente, a raça atlante, o seu continente e suas cultura, ciência e religião.


A localização mais recente foi sugerida pela imagem obtida com o Google Earth, por um engenheiro aeronáutico e publicada no tablóide The Sun, mostrando contornos que poderiam indicar a construção de edifícios numa vasta extensão, com dimensões comparáveis ao País de Gales e situado no Oceano Atlântico, numa área conhecida como o Abismo Plano da Ilha da Madeira. Richard Freund, um arqueólogo da Universidade de Hartford, em Connecticut, afirma que um tsunami inundou a antiga cidade.




Fontes pesquisadas (textos e imagens):









terça-feira, 26 de junho de 2012

POR DENTRO DO ASSUNTO...

Descartado o  fim do mundo para 2012

Escavações numa casa na Guatemala descobrem novo calendário maia que prevê que o mundo continuará por, pelo menos, 7.000 anos mais.

Uma equipe de arqueólogos descobriu os calendários astronômicos maias mais antigos de que se tem notícia e que descartam o fim do mundo em 2012, revelou um estudo publicado no dia 10 de maio, nos Estados Unidos. A descoberta se deu durante as escavações em uma casa, no sítio de Xultún, na Guatemala, e, contrariando a crença popular, não dá qualquer indício de que o fim do mundo ocorrerá este ano, afirmou o arqueólogo William Saturno, da Universidade de Boston, que chefiou a expedição e a escavação. “Os antigos maias previram que o mundo continuará e que, em 7.000 anos, as coisas serão exatamente como eram então”, acrescentou Saturno.

Em um dos quartos da residência, os muros estão cobertos de hieróglifos, com símbolos gravados na pedra e que, na maior parte, representam números de cálculos relacionados aos diferentes ciclos do calendário maia. Trata-se de um calendário cerimonial de 260 dias, do calendário solar de 365 dias, bem como do ciclo anual de 584 dias do planeta Vênus e do de 780 dias de Marte, enquanto os demais acompanham as outras fases lunares. Os hieróglifos são do século IX, isto é, centenas de anos mais antigos que os calendários dos Códices Maias, que foram registrados em livros de 1300 a 1521.

Inscrições
Segundo William Saturno, as inscrições parecem a tentativa de alguém para decifrar um grande problema matemático, como se um muro fosse um quadro negro. “Pela primeira vez podemos ver quais são os dados guardados por um escriba, cujo trabalho era conservar os dados na comunidade maia”, ele explicou. “O mais excitante é a revelação de que os maias se dedicavam a fazer cálculos durante centenas de anos e em locais diferentes dos livros, antes que fossem gravados os Códices, que representam os arquivos desta civilização pré-colombiana, em grande parte destruída pelos conquistadores espanhóis”, afirmou Anthony Aveni, professor de astronomia da Universidade Colgate (Nova York), co-autor do estudo.

Escavações
Cientistas afirmam que escavações revelaram as pinturas internas, que incluem figuras humanas usando vestimentas com plumas. São os primeiros exemplos de arte maia no interior de uma casa, destaca David Stuart, professor de arte meso-americana da Universidade do Texas, que decifrou os hieróglifos. “É estranho que as descobertas de Xultún existam. Estas inscrições e trabalhos de arte nos muros não se conservam bem nos terrenos baixos dos maias, especialmente em uma casa enterrada apenas a um metro sob a superfície”, afirmou Saturno. Os trabalhos serão publicados na revista americana Science e na edição de junho da National Geographic.
Mas…
Uma análise desapaixonada desse assunto recomenda que não se dê crédito imediato, nem às descobertas anteriores – que falam do fim do mundo (ou de uma mudança radical na Terra) em 21 de dezembro de 2012 – nem às atuais descobertas, que desmentem as anteriores. Não há por que aceitar como verdades indiscutíveis tudo o que se encontra em ruínas centenárias ou milenares, só porque foi encontrado em ruínas centenárias ou milenares. Os povos antigos, assim como os atuais, também eram capazes de escrever tolices e fantasiar fatos, por que não? Por que julgá-los mais sábios (ou mais estúpidos) do que os povos de hoje? Portanto, a prudência recomenda que se espere, para comprovar ou desmentir as descobertas. Só o tempo não mente jamais.
Fontes pesquisadas (textos e imagens): http://www.vocesabia.net/


domingo, 24 de junho de 2012

POR DENTRO DO ASSUNTO...

SOLSTÍCIO DE INVERNO - YULE


Segundo a Ciência...

Solstício de inverno é um fenômeno astronômico usado para marcar o início do inverno. Ocorre normalmente por volta do dia 21 de Junho no hemisfério sul e 22 de Dezembro no hemisfério norte. Esta data também era de grande importância para diversas culturas antigas, que de um modo geral a associavam simbolicamente a aspectos como o nascimento ou renascimento.
Segundo a Sagrada Arte...
Esta é uma das celebrações mais importantes anuais e a palavra deriva do vocábulo nórdico “Jul” que significa “roda”. Nesta comemoração o fogo permanecia aceso durante os 12 dias seguintes ao Solstício -palavra que originada em Sol y sistere, ficar quieto, momento em que o só permanece imóvel- nesses dias se brindava bebendo em honra do que seria realizado nos próximos 12 meses. Nas tradições pagãs, a Árvore simboliza o tronco de Yule, o Yggdrassil; decorar com velas é representar o Sol, e nele se faziam oferendas aos deuses e também libações nele com azeite e vinho. No décimo segundo dia acontecia a queima da árvore, hoje simbolizada pelo tronco de Yule, e as cinzas eram espalhadas nos campos (podemos fazer isso em nossos pátios e/ou quintais) como uma forma de trazer regeneração, sorte, prosperidade, abundância e fartura para o próximo ano.
As cinza protegem a casa se espalhadas ao redor dela, depois de que o tronco tenha estado ardendo por 12 horas ou mais. As coroas que se colocam nas portas, e nas paredes representam a Roda Solar ou Sun Cross; maçãs, doces, azevinho, e fogueiras são outras caraterísticas de Yule. Antigamente acendiam-se grandes fogueira nesta festividade, e dançava-se ao redor delas girando muitas vezes como uma forma de atrair as mudanças tanto internas como externas. Podemos ver aqui a semelhança com a festa de São João e os motivos pelos quais a igreja a determinou, ainda que de uma forma bastante distorcida. Posteriormente o tronco de Yule foi trazido para dentro das casas, e nele se talhavam sois, símbolos mágicos ou figuras masculinas, e era depois decorado com folhas. Belém, a manjedoura, etc, não são nada mais que a recriação da “Caverna Sagrada” onde a Mãe dá a Luz à Criança-Sol; a caverna contêm em seu simbolismo a estabilidade da Terra e a sua energia, representando a quietude do inverno e a escuridão protetora que existe no interior do ventre da Grande Mãe. As divindades reverenciadas neste tempo são a Deusa como Mãe da Criança-Sol (Isthar, Isis, Maria…) não por serem fecundadas pelo seu consorte, mas sim em seu aspecto Sábio e pelo Poder da Anciã, Rainha do Sub-mundo, lugar de onde vem o Sol, sendo que somente Ela pode devolvê-lo a Mãe Terra, permitindo o seu renascimento cíclico.
Fontes pesquisadas(textos e imagens):
http://magiabruxa.com/;http://pt.wikipedia.org/;http://espacoviasol.blogspot.com.br/;http://www.fanpop.com/.